“É difícil de selecionar um texto favorito, porque cada um pega de um jeito diferente. Terminei com um gostinho de quero mais, sabe? Quando vi, já acabou, mas sinto que acabou como deveria acabar. E fora que dá vontade de conhecer cada uma de vocês pessoalmente para tomar um café com bolo. É difícil colocar em palavras as coisas que li, pois são textos que mexem com você de alguma maneira, são realmente afetivos. Tem os que abraçam, os que trazem saudade, os que mostram as dificuldades de ser mulher, os que despertam empatia, os de raiva… Tem de tudo. É, realmente, um gradiente. Foi muito legal ver como a diversidade de idades, origens e vivências influenciam na escrita de cada uma de vocês”.