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Essa é uma das perguntas mais comuns quando começamos a pesquisar sobre o tema do serviço de ghostwriting. Afinal, se um ghostwriter escreve “no lugar de alguém”, ele pode escrever qualquer coisa? A resposta curta seria: depende – mas a resposta real é um pouco mais interessante.

Ghostwriter não escreve “qualquer texto”. Escreve a partir de alguém.

O ponto central do ghostwriting não é o gênero do texto, mas a origem da escrita.

Um ghostwriter escreve a partir de:

  • entrevistas,

  • conversas,

  • documentos,

  • experiências reais,

  • modo de pensar e falar de outra pessoa ou instituição.

Por isso, mais importante do que o tipo de texto é a pergunta: o que existe para ser escutado aqui? Essa é a matéria-prima para o ghostwriting.

Que tipos de texto um ghostwriter pode escrever?

Na prática, o ghostwriting se desdobra em muitos formatos. Os mais comuns são:

📘 Livros (biográficos, técnicos e institucionais)

  • autobiografias

  • memórias familiares

  • livros técnicos ou profissionais

  • livros comemorativos de empresas e instituições

Esse é o formato mais conhecido e onde o trabalho de escuta costuma ser mais profundo.

🧾 Textos institucionais e empresariais

  • manifestos de marca

  • guias internos

  • relatórios narrativos

  • materiais de posicionamento

Aqui, o ghostwriter escreve a partir da identidade da organização, não de uma pessoa apenas.

🎤 Discursos e falas públicas

  • discursos políticos

  • falas institucionais

  • apresentações estratégicas

Nesse caso, o texto nasce para ser dito, o que exige outro tipo de escuta e ritmo.

✉️ Conteúdos recorrentes

  • newsletters

  • artigos de opinião

  • textos assinados por executivos como editoriais para revistas ou outras publicações institucionais

  • conteúdos para LinkedIn

Cada vez mais comuns, esses formatos exigem consistência de voz ao longo do tempo.

O que um ghostwriter não deveria escrever

Tão importante quanto saber o que pode ser escrito é saber o que não faz sentido no ghostwriting.

Um ghostwriter não substitui:

  • criação puramente ficcional sem base em escuta,

  • textos que exigem vivência técnica,

  • projetos sem fonte, sem voz ou sem história.

Particularmente, eu, Gabrielle, não trabalho com projetos acadêmicos ou livros de ficção, mas isso é uma característica e escolha pessoal.

O limite não é o texto. É a escuta.

O que define se um ghostwriter pode escrever um determinado texto não é o formato, mas a disponibilidade de quem conta, a clareza do objetivo e a abertura para o processo. Quanto mais acesso o ghostwriter tem à voz, à história e ao pensamento do outro, maior é o alcance do texto possível.

Ghostwriter escreve tudo igual? Não.

Outro mito comum é achar que o ghostwriter tem “um estilo fixo”. Na verdade, um bom ghostwriter:

  • muda de ritmo,

  • muda de vocabulário,

  • muda de estrutura,

  • muda de tom.

O texto não precisa parecer escrito por ele. Precisa parecer escrito por quem assina. Aí é que mora a chave do processo!

Então, afinal: ghostwriter pode escrever qualquer tipo de texto?

Ghostwriter pode escrever muitos tipos de texto, desde que exista alguém para ser escutado, uma história para ser organizada e um acordo claro sobre o que precisa ser dito.

Não é sobre escrever por escrever. É sobre escrever a partir do outro. Para receber uma proposta, entre em contato via e-mail: falecom@gabiescreve.com.br

gabrielle-albuquerque

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