Em um primeiro momento, escrever a própria história parece algo natural, certo? Afinal, quem conhece melhor a sua vida do que você, concorda?
PORÉM… na prática, na hora de passar essas memórias para o papel, muitas pessoas travam, se perdem ou abandonam o projeto no meio do caminho. Não por falta de história (LONGE DISSO!!!), mas por falta de método, distanciamento e escuta.
No post de hoje, cito cinco erros muito comuns de quem tenta escrever a própria história sozinho. Vou explicar como o trabalho de um ghostwriter pode ajudar em cada um deles.
1. Querer contar tudo (e acabar não contando nada)
Um dos erros mais frequentes é achar que tudo é importante. Quando se viveu a história, cada detalhe parece essencial. O problema é que um livro não é um arquivo completo da vida. Um livro é, também, uma narrativa com escolhas.
Como o ghostwriter ajuda a escrever meu livro?
O ghostwriter ajuda a:
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identificar o que realmente importa para o livro;
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criar recortes narrativos;
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escolher o que entra e o que fica de fora;
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dar foco e direção à história.
Menos excesso. Mais sentido.
2. Ficar preso à emoção e perder a estrutura
Outro erro comum é escrever apenas a partir da emoção do momento. Isso pode gerar textos intensos, mas confusos, sem o clássico “começo, meio e fim” (não necessariamente nesta ordem!).
Como o ghostwriter ajuda na escrita?
O ghostwriter:
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respeita a emoção;
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organiza o conteúdo em estrutura narrativa;
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cria ritmo e progressão;
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transforma sentimento em texto legível e envolvente.
A emoção continua ali, só que agora como uma sustentação da história – é potência!
3. Não conseguir se distanciar da própria história
Escrever sobre si exige distância. Sem distanciamento, o autor:
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se justifica demais;
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explica excessivamente;
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teme julgamentos;
- deixa partes importantes de fora;
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evita conflitos importantes.
Como o ghostwriter ajuda a enxergar o que é importante para o livro?
O ghostwriter entra como alguém de fora, que:
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faz perguntas que o autor não faria;
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enxerga padrões;
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ajuda a narrar sem julgamento;
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constrói clareza.
Esse distanciamento é uma das maiores riquezas do processo.
4. Confundir memória com narrativa
Memórias vêm em flashes, imagens soltas ou cenas fora de ordem. Um livro, não. Muitas pessoas, ao escrever sozinhas, acreditam que lembrar é o mesmo que narrar e se frustram quando o texto não avança.
Como o ghostwriter ajuda a ter clareza na hora da escrita do livro?
O ghostwriter:
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organiza memórias em linha narrativa;
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cria conexões entre eventos;
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constrói cenas compreensíveis para quem não viveu aquilo;
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transforma lembrança em história compartilhável.
5. Achar que escrever bem é só revisar no final
Outro erro comum é pensar que, depois de escrever tudo, somente uma boa revisão resolve. Revisão corrige texto, mas não resolve problemas de estrutura, foco ou narrativa.
Como o ghostwriter ajuda a estruturar bem o livro?
Desde o início, o ghostwriter:
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pensa o livro como projeto;
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constrói estrutura antes de escrever;
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evita retrabalho;
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acompanha o texto do começo ao fim.
O resultado é um livro mais consistente e menos complexo de concluir.
Escrever a própria história não precisa ser solitário
Querer escrever a própria história é um gesto potente, mas fazer isso sozinho, sem método ou escuta, costuma transformar um desejo em frustração. Contar com um ghostwriter pode ser a diferença entre um arquivo de memórias e um livro que realmente atravessa o seu leitor.
